- Partido
- Partido dos Trabalhadores
- Documento
- Plano de governo registrado no TSE
Todas as votações nominais do plenário, com o voto de cada deputado. Veja o placar e o voto por partido em cada votação, ou escolha um deputado para ver a presença, quanto ele acompanhou a orientação do próprio partido e a do governo, e cada voto que deu.
Deputados federais e senadores têm uma cota mensal para despesas do mandato: passagens, escritório no estado, divulgação, combustível, telefone. Os gastos são públicos e reembolsados com dinheiro público. O limite muda conforme o estado (é maior para quem mora longe de Brasília), então a comparação mais justa é entre parlamentares do mesmo estado.
Deputados e senadores indicam parte do orçamento federal para obras e serviços em cidades e estados: são as emendas parlamentares. Busque sua cidade para ver quanto chegou, quem mandou e quem recebeu (prefeitura, fundo de saúde, hospital…), ou busque um parlamentar para ver para onde ele mandou.
Cada prefeitura cobra seus próprios impostos (IPTU, ISS, ITBI) e cada estado os seus (ICMS, IPVA). O resto do dinheiro chega em repasses da União e do estado, como o Fundo de Participação, a parte do ICMS, o FUNDEB e o SUS. Veja quanto cada lugar arrecada sozinho e quanto depende de repasses, com os números do balanço que todos entregam ao Tesouro Nacional.
EXT = brasileiros que votam no exterior. O TSE divulga esse resultado junto com o do Brasil, a partir das 17h. As parciais por país que circulam antes disso são somas de boletins de urna feitas pela imprensa.
Como cada finalista cresceu entre 4 e 25 de outubro, estado por estado. Os dois crescem porque, no 2º turno, os votos dos outros candidatos ficam em jogo. O que interessa é quem cresceu mais em cada lugar.
Cada candidato é obrigado a registrar no TSE um plano de governo. Os botões abaixo abrem o documento oficial, na íntegra, direto do site do TSE. Este site não resume nem comenta as propostas.